Conselho Nacional de Representantes, reúne em Cascais

Núcleo Cego do Maio, participa e decide o futuro do CNE!

No passado fim de semana, Conselho Nacional de Representantes do CNE, reuniu no Auditório Maria de Jesus Barroso, na Casa das Histórias Paula Rego.

Reunindo cerca de 175 conselheiros de todas as regiões do país, convidando todos, para a análise, discussão e votação de elementos estratégicos para o futuro da Associação.

No Período Antes da Ordem do Dia, José Filipe Pinheiro, o nosso Chefe do Núcleo, apresentou o projeto “Além de Sonho – Uma História com 100 Anos”, edição centenária e evocativa dos 100 anos do Núcleo, destacando dos seus capítulos: a história dos nossos 17 Agrupamentos. Destacaram-se ainda o percurso do Núcleo desde a sua fundação, as suas raízes, os seus fundadores e os momentos marcantes, deixando o convite para a aquisição, ajudando assim o Núcleo.

Ressalvar, que ainda neste período, José Pamplona, vice-presidente do Comité Europeu do Escutismo, apresentou um enquadramento sobre a realidade do escutismo na região europeia, em articulação com a nova estratégia mundial do escutismo, discutida no Cairo, no Egito, durante a última Conferência Mundial. De seguida, Rui António, Secretário Nacional Pedagógico, introduziu a partilha das conclusões da última edição do Encontro Nacional de Guias. Os representantes nacionais das várias secções apresentaram as propostas e inquietações resultantes do encontro, realizado no passado mês de maio, em Sesimbra, entre os representantes eleitos de todo o país, com ênfase especial na temática da saúde mental.

Foram também apresentados vários tópicos pela equipa da Junta Central, nomeadamente a aprovação, pela Organização Mundial do Movimento Escutista (WOSM), de um novo modelo de taxas de registo internacional, que permitirá uma redução progressiva da quota do CNE ao longo de cinco anos, a partir de 2026/2027.

Foi ainda apresentada a possibilidade de associar o cartão do CNE à aplicação gov.pt, uma funcionalidade já operacional, e foi revisitado o propósito do ADN – Dinâmica Nacional de Avaliação, com destaque para a participação dos dirigentes, atualmente de apenas 4% do universo associativo, e para a importância de alargar esta dinâmica de avaliação às regiões, núcleos, agrupamentos e unidades.

Durante o dia de sábado, foram apresentados, discutidos e votados, o Plano e Insígnia Trienal, assim como o Plano e Orçamento da Junta Central para o novo ano escutista de 2026/2027.

Convidamos todos os interessados, sobretudo as Chefias de Agrupamento, a visitarem e conhecerem os documentos aprovados, tanto mais, que nos guiarão no ano em curso, como no triénio até 2029.

Estas propostas, foram aprovadas por larga maioria dos Conselheiros.

Outros dos pontos tratados, foi a proposta de alteração ao Regulamento de Distinções e Disciplina, com a introdução da medalha «D. José de Lencastre», com o objetivo de reconhecer percursos de serviço contínuo marcados pela “duração, dedicação, disponibilidade e qualidade, distinguindo quem tenha contribuído para o desenvolvimento do movimento”. A proposta foi igualmente aprovada.

Para encerrar os trabalhos do primeiro dia, iniciou-se a discussão da proposta de redução da quota nacional, na sequência da eliminação da derrama, transitando para a manhã de domingo e tendo sido reprovada por larga maioria.

Este foi o primeiro Conselho Nacional de Representantes realizado com os novos órgãos nacionais já em funções, constituindo um momento de arranque dos respetivos mandatos e de contacto com este espaço de participação e decisão, fundamental para discutir, partilhar e acompanhar matérias relevantes para a vida e futuro do Corpo Nacional de Escutas.

Última modificação: 13/10/2026

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